sábado, 29 de junho de 2013

LifeStraw – Uma possível alternativa para a salvação da sede mundial


Hoje, 1.1 Bilhões de pessoas não possuem acesso a água potável e mais da metade dos pobres do mundo sofrem de doenças relacionadas com água contaminada, das quais mais de 6.000 – principalmente crianças – morrem todos os dias por consumir água não potável.
Sabendo disso, a Europe-based Vestergaard Frandsen desenvolveu o Filtro Lifestraw que já é considerado uma das maiores invenções do século, é um aparelhinho parecido com um canudo que filtra a água suja tornando-a potável na hora. O purificador portátil tem capacidade para filtrar até 700 litros de água suja ou 350 litros de água salgada.
Seu uso elimina, de acordo com o fabricante, microorganismos causadores de diarréia, disenteria, tifóide e cólera, além de salmonela e outras bactérias causadoras de doenças.


No entanto, o canudo não filtra metais pesados como ferro ou flúor, nem remove parasitas como a giárdia ou o criptosporídio, apesar de o CEO da empresa, Mikkel Vestergaard Frandsen, afirmar que há uma versão do LifeStraw disponível para grupos de ajuda humanitária em Bangladesh e na Índia capaz de filtrar arsênico.
O próximo passo será promover a tecnologia do LifeStraw para que organizações não-governamentais (ONGs) e grupos de ajuda humanitária passem a comprá-los e distribuí-los. Não se trata de uma tarefa fácil, já que a necessidade de água potável não é tão promovida como a prevenção contra a Aids ou a alfabetização em alguns países em desenvolvimento, explica Frandsen: “Ninguém está estrelando uma campanha de erradicação da diarréia”.


Fonte: Scientific American

Empresas 'blindam' Wi-Fi para evitar ações na Justiça por crimes na rede

Diante da possibilidade de terem que responder judicialmente por eventuais atividades ilícitas de clientes na internet, estabelecimentos que fornecem acesso Wi-Fi gratuito formulam estratégias de blindagem, que passam pelo armazenamento de informações de clientes e pelo monitoramento do que é acessado em suas redes.

As práticas são descritas nos termos de compromisso que costumam anteceder a autorização para permissão de acesso a redes de Wi-Fi. No entanto, escritórios de advocacia passaram a incluir as regras de acesso gratuito a redes sem fio na prática de “criminal compliance” (análise de quais atividades corporativas podem permitir atos ilícitos).

O escritório Nogueira, Elias, Laskowski, Matias Advogados é um deles. Segundo o advogado Jayme Petra de Mello Neto, “ao longo dos anos, percebe-se que há o recrudescimento a respeito de quem fornece o Wi-Fi”. Com isso, explica, a navegação de internautas nessas redes fica mais controlada.

“Para empresas que recebem um fluxo maior de visitas, a orientação é que haja ferramentas de maior controle, ou de maior ‘espionagem’ mesmo. É ilegal? Eu não acho que seja ilegal. Quando você fornece o serviço, tem o direito de monitorar quais sites esses usuários estão acessando.”

“Eu não consideraria uma agressão à privacidade pessoal, não”, afirmou Eduardo Otero, sócio do Daniel Advogados, para quem “as cláusulas são lícitas desde que não ocorra a divulgação dos dados de usuários”.

Otero exemplifica que um abuso ocorreria se o estabelecimento provedor do Wi-Fi utilizasse os dados de navegação dos consumidores para enviar publicidade e ofertas de produtos.

Cafeteria condenada
Isso ocorre porque estabelecimentos incautos podem responder na Justiça caso alguma atitude ofensiva seja tomada na web enquanto são eles os provedores do serviço de internet.

Em 2006, uma cafeteria foi condenada. Atualmente, há pelo menos três casos similares em andamento de estabelecimentos investigados ou processados, informa o advogado.

Um deles corre com segredo de Justiça no Pará desde meados de 2012, por isso os nomes são preservados. Um indivíduo usou a rede Wi-Fi de uma universidade particular para criar um perfil falso no Facebook em que ofertava os serviços sexuais de uma conhecida mulher da região.

A promoção era obviamente falsa, a mulher em questão se sentiu ofendida e resolveu entrar com um processo para apurar os responsáveis. Por fornecer os meios para a difamação, a universidade é o alvo da ação, não o internauta anônimo.

Rede do escritório
Em outro caso, investigado pela polícia de São Paulo desde o começo de 2013, um indivíduo utilizou o Wi-Fi de uma seguradora para combinar detalhes de uma festa. Convidou amigos e avisou de que levaria ecstasy, o que configura tráfico de entorpecentes.

Para evitar o incômodo, o escritório já fez a adequação da oferta da internet sem fio de duas mineradoras e de uma construtora. Mas já prestou consultoria a outras empresas.

Mecanismos de defesa
A blindagem passa por três ações. A primeira é criar mecanismos para o usuário que queira se conectar se identifique. "Você não deixa que entrem na sua empresa nem pra tomar água se não passar antes na portaria para se identificar", comenta Mello Neto, para quem a grande tendência da jurisprudência é, em não existindo a identificação, responsabilizar quem fornece o sinal "por ter facilitado o ato".

A segunda é incluir, no termos de compromisso do acesso, cláusulas que permitam ao estabelecimento manter o histórico de navegação. O Centro Cultural de São Paulo, por exemplo, suspende por 30 dias ou permanentemente o usuário que infringir suas regras. O CCSP comunicou ao G1 que não ocorreram casos em que as sanções tivessem que ser aplicadas.

Apesar de oferecer acesso à internet via Wi-Fi, o centro não possui qualquer indicação visual em suas dependências de que fornece o serviço. Para usufruir do sistema, é preciso fazer um cadastro em duas fases. Primeiro, pelo site da Prefeitura da São Paulo. Depois, validando o registro pessoalmente no próprio CCSP.

Já a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) avisa que pode “comunicar atos ilícitos a autoridades policiais” e o material postado na internet enquanto a navegação é feita em sua rede pode ser usado para “produção de provas em procedimentos disciplinares, cíveis e penais”. A universidade não respondeu até a publicação desta reportagem.

O último recurso é monitorar palavras-chave e bloquear o acesso caso termos que sugiram infrações sejam buscados ou digitados, como palavras associadas a pedofilia, prostituição, agressões étnicas e terrorismo. Já fazem isso um hospital no Rio Grande do Sul e uma empresa aérea de São Paulo.

Fonte: G1

terça-feira, 25 de junho de 2013

Você ainda não sabe, mas provavelmente vai ter um Phablet



Essa mistura de smartphone e tablet poderá ser o próximo grande hit da indústria tecnológica

  




Quando uma nova classe de aparelhos surge no mercado, sempre me pergunto: qual é o seu diferencial em relação aos outros produtos estabelecidos? No caso do tablet, por exemplo, ele é mais confortável para manusear do que o laptop; melhor para games do que seu irmão menor, o smartphone. Foram estas características, entre outras, que fizeram dos tablets um sucesso de vendas, tendo o iPad como o seu carro-chefe.

Com a chegada dos chamados “phablets”, surge a questão: eles têm poder de fogo para ser o próximo hit do mundo eletrônico? Antes do lançamento do Samsung Galaxy Note, não existia um telefone com 5,3” de tela. Muitos viram o aparelho como uma mistura de smartphone e tablet. Daí o nome phablet.

Mas qual é a sua função chave? Seria ele melhor que meu celular? Ou meu tablet?

Eu acredito que não. Por ser uma mistura dos dois, acho que o phablet acaba não servindo para nada. Na comparação com o smartphone, ele é muito grande para servir de telefone, pois quase não cabe numa calça jeans. (E não é nada cool fazer ligações com aquele trambolho.) Já numa disputa contra o tablet, ele também sai perdendo de lavada. O motivo? Sua tela é muito pequena para consumir conteúdos como filmes, séries e livros.

Quando o Galaxy Note foi lançado, fiquei surpreso — e achei que ele seria um fracasso absoluto. Que mente sã compraria essa aberração? Bem, o tempo mostrou que eu estava errado. Muita gente aderiu a ele. Tanto que a Samsung já lançou o Note II e deve apresentar o III agora em 2013.

Aprendi com essa história que as pessoas são fascinadas pelo tamanho da tela. Quanto maior, melhor. É isso o que muitos acreditam. O que eu acho, particularmente, uma besteira. Apesar de não acreditar no contrário, também, de que quanto menor, melhor. A qualidade de um produto está em como ele mostra informações ao usuário e reage aos toques dele. Isso não é nada mais que o sistema operacional. Ter uma tela maior ou menor que de seus concorrentes, logo, não é uma virtude. Para cada necessidade, há um tamanho ideal.

(Com a chegada das telas flexíveis, como a tecnologia Youm apresentada pela Samsung na CES 2013, o jogo deve mudar. Você poderá dobrar o produto para ele caber no seu bolso como um telefone — e depois esticá-lo para quantas polegadas quiser para realizar alguma tarefa específica. Bem, mas não estamos aqui para falar do futuro, certo? O tema de hoje são os phablets e vamos continuar nele.)

Mas justiça seja feita: o phablet tem algumas vantagens. Em relação aos smartphones, por ser maior, ele possui mais CPU e RAM, o que faz dele uma máquina de processamento melhor. Sem contar que cabe mais bateria, dando a ele mais autonomia. A sua tela maior ajuda, também, na hora de fazer algum desenho ou até mesmo editar uma foto. O tablet é superior a ele, sem dúvida, em todos esses quesitos. Mas não faz ligações.

Apesar dos phablets estarem fazendo algum sucesso no mercado, minha sugestão é continuar com o seu smartphone e comprar um tablet. Só assim poderá consumir tudo que web tem a oferecer de melhor, neste mundo onde tudo está interligado e focado na internet. Com um phablet você não estará vivendo ao máximo, estará apenas se enganando. Acredito que não existe no mercado espaço para um telefone gigante — e que essa onda do Galaxy Note passará em breve. Afinal, seria muito estranho telefones do tamanho de uma torradeira viraram moda, não?

Por que a Nintendo não lança games para tablets e smartphones?

Há alguns anos, a Nintendo era indiscutivelmente a líder do mercado de games portáteis com versões dos aparelhos GameBoy, DS e 3DS. Mas a folga acabou: hoje em dia, smartphones contam com poder gráfico impressionante, uma vasta biblioteca de títulos e preços acessíveis, assustando a companhia japonesa.

Ainda assim, ela não reage – e não deve entrar na onda dos dispositivos móveis tão cedo. Em entrevista ao The Wall Street Journal, o presidente da Nintendo, Satoru Iwata, explica que o que mantém a empresa viva são os produtos exclusivos, as franquias únicas e que podem ser jogadas apenas nos aparelhos da companhia.

Fidelidade acima de tudo

Segundo ele, é isso que mantém a Nintendo viva até hoje no mercado – e que, apesar de parecer loucura recusar a entrada no mercado de tablets e smartphones, só daqui a 20 anos é que os fãs perceberão essa estratégia.

Ele ainda avaliou a própria administração como líder da companhia. "Se você quer lucrar em curto prazo com o preço das ações, então eu sou um presidente muito ruim. Mas não acho que fui mal ao maximizar o valor em longo prazo da Nintendo", explica Iwata.

Em outras palavras, entrar no mercado de tablet e smartphones seria benéfico para a Nintendo se recuperar do prejuízo rápido, mas isso não garantiria estabilidade, prejudicaria a imagem da empresa com seus fãs mais fiéis e, na pior das hipóteses, poderia significar a ruína da centenária companhia.


Fonte: The Verge


DIABLO 3 REVIEW: Anjos e Demônios

Diablo 3 é o primeiro jogo para tornar Diablo 2 obsoleto.

Com Diablo 2 e sua expansão 2001, Lord of Destruction, a Blizzard estabeleceu um padrão para RPGs de ação baseados em preciosidades que todo mundo se esforçou para atender. Havia jogos melhor aparência ao longo da década seguinte, mas quase nenhum teve a mesma estética unificadora, ou o senso de lugar que a Blizzard construído para as florestas que cercam Khurast ou Lut Gholein, ou o inferno, para essa matéria. Poucos poderiam corresponder a construção de mundo que a Blizzard teceu em todos os cantos do Diablo 2, a partir de armas para monstros para esconderijos e baús. E todos os jogos dos últimos 11 anos, o mesmo da série Torchlight, criado por veteranos do Diablo 2 desenvolvedores Blizzard North, não conseguiu construir um sistema de recompensa como persistentemente gratificante e agressivamente viciante.

Outros jogos fez algumas coisas - bem, se não melhor, talvez mais recentes - mas Diablo 2 nunca sentiu irrelevante. Com Diablo 3, a Blizzard tomou os fundamentos da franquia, quebrado-los e reconstruído-los em um RPG de ação tão refinado e compulsivamente jogável que é feito o impensável: É, finalmente, proferiu o seu predecessor uma nota de rodapé.

A partir de mil metros de altura, Diablo 3 se assemelha Diablo passado, mais ou menos. É ainda um jogo definido quase inteiramente clicando sobre as coisas - você clicar no chão para mover o seu personagem a esse ponto, clique nos itens para pegá-los, clique sobre os inimigos para fazê-los mortos. Inimigos render saque gerada aleatoriamente. Loot, mais do que os níveis ou progressão personagem, continua a ser o coração pulsante de Diablo 3.

Enquanto tudo isso é familiar, Diablo 3 rapidamente faz partidas escandalosas dos jogos anteriores. Pontos de habilidade e atributos estão fora. Em vez disso, os atributos de cada classe aumenta automaticamente quando um novo nível é adquirida, e desbloquear novas habilidades ao longo do tempo em níveis específicos.

Poções são uma coisa do passado - substituído por um tempo captadores globo de saúde caiu por inimigos abatidos. Cidade portal rola? Gone. Armas mágicas já suas propriedades desnudado. Itens raros e únicos apenas exigem tempo de conjuração para identificar, em vez de um recurso esgotável.

Não é nenhum segredo que a noite de lançamento de Diablo 3 foi mais duro do que qualquer um teria gostado, este revisor e Blizzard incluído. As coisas estão ruins quando há uma conta no Twitter em homenagem a sua mensagem de erro mais comum.

Para a primeira semana de lançamento de Diablo 3, que demonstra eloquentemente todas as armadilhas dos requisitos "sempre online" que tanto irritou os consumidores desde seu anúncio. Eu tinha repetido questões assinatura na minha conta durante a semana - Eu tenho três personagens com nomes idênticos na minha conta por causa de armazenamento personagem do lado do servidor e problemas de criação. I foi recebido várias vezes por uma mensagem de bate-papo geral informando-me que a Blizzard estava levando para baixo Diablo 3 servidores para manutenção geral, enquanto eu estava jogando o jogo.

Normalmente, a minha posição como editor Comentários em Polygon é que analisar um jogo como ele existe no dia do lançamento, porque a nossa responsabilidade é a de nosso público. Enquanto nós fazemos todo o possível para manter a due diligence com relação a dar um jogo de cada oportunidade para entregar, podemos escolher a sua carteira e seu tempo antes de o benefício da dúvida.

Mas Diablo 3 é diferente. É diferente porque a Blizzard tem um histórico que abrange quase duas décadas de jogos que se tornaram instituições, e eles também correm. Existem inúmeras outras pequenas diferenças que irá adicionar até um pouco de um choque para os veteranos Diablo e é inicialmente muito chocante, como se alguém entrou em seu quarto e mudou todas as suas coisas em volta. Mas logo a lógica implacável por trás de todas essas mudanças é revelado.

Libertação da dependência poção de Saúde incentiva o jogo mais agressivo, e remove a caminhada de volta à cidade para encher o cinto de poção. O mesmo acontece com os itens e identificação (bem como o novo sistema de inventário, em que cada pedaço de saque adequada leva uniformes duas praças) - a racionalização mantém você jogando mais. Ele lhe dá a opção de parar e voltar para a cidade ou fazer um favor a si e jogando o lixo em seu inventário para continuar matando e em busca de melhor saque.

Escolha é a outra grande influência nas mudanças sistêmicas de Diablo 3. Desde stat e habilidade pontos não são mais uma consideração, você nunca está comprometida com a construção ou estilo de jogo específico com o seu personagem. Suas habilidades disponíveis sempre pode ser transferido para as teclas numéricas (ou você pode ficar um pouco mais criativo com "modo eletivo", onde você pode misturar e combinar as habilidades de uma forma mais granular), permitindo-lhe mudar o foco do seu personagem à vontade. Como um caçador de demônios, eu estava constantemente a mudar a partir de bombas para famintas setas como um ataque primário, tentando regular o quanto a disciplina que eu estava usando e como o ódio quanto eu poderia regenerar a usar minhas habilidades secundários mais frequentemente.

Fazer "mana" (que será renomeada especificamente para cada classe, alguns dos quais têm mais de um tipo) dependente o uso de habilidades em vez de poções é um gênio. Ele cria um loop fechado, mas gameplay expansão. E, de forma mais simples, é muito divertido. Ele mantém Diablo 3 em constante movimento para a frente fora do saque moer que Diablo 2 e os RPGs de ação que inspirou depender.

E em todos os lugares da Blizzard eliminou uma coisa, eles aparentemente acrescentou dois. Por exemplo, o saque tem sido sempre mais profundo buraco do coelho de Diablo, e Blizzard adicionou um sistema ainda mais complexo de túneis para se perder dentro do novo sistema de crafting faz a captação do mesmo o brinquedo mais minorly encantado útil como um recurso natural na criação de mais.

Mas tudo isso cairia se combate de Diablo 3 não era tão maldita satisfatória. Há uma parábola constante de desafio, como seu personagem começa ridiculamente overpowered em relação aos inimigos, e lentamente luta mais contra as hordas de demônios e mortos-vivos, até que você encontre novos equipamentos, ou subir de nível, ou descobrir uma nova combinação de habilidade que transforma o maré de volta. Você nunca vai dominar por muito tempo, ou lutar muito. Parece cientificamente projetado para mantê-lo jogando até às duas da manhã.

Isso é perigoso, dada a enorme Diablo 3 sente. Uma jogada completa inicial na dificuldade Normal vão ter lugar entre 18 e 24 horas, mas isso é apenas uma fração da largura de Diablo 3. Quarenta horas em uma única jogada, ainda estou vendo novos tipos de inimigos e novos eventos eu não desencadear último go-round, encontrando equipamentos cada vez mais épico e saque. Você não pode mesmo encontrar os ingredientes necessários para a maioria dos-gem elaboração e criação de item até uma ou duas horas em modo Pesadelo - Eu não posso nem imaginar o que espera no inferno. E isso é tudo apenas uma jornada do personagem, uma turma de cinco anos. Cada classe tem afinidades para certos tipos de jogo, mas o sistema de habilidade permite uma espécie de ... raio de capacidade, permitindo aos jogadores para realinhar-se para atender determinadas funções.

Isto é especialmente verdade no que diz respeito ao multiplayer do Diablo 3, que no momento da redação deste texto é apenas cooperativa. Nos jogos que eu joguei - reconhecidamente, principalmente com os amigos, embora alguns randoms, bem como - todos estavam elaboração gemas para o outro, entregando bom saque que poderia beneficiar outro jogador mais, como uma utopia multiplayer. Mas, mais especificamente, cada jogador encontrou uma maneira de contribuir com a equipe rapidamente, mesmo que isso significasse a mudar o foco de seu caráter. E a dificuldade de escala significa que as coisas não ficam tão fácil como fazer encontra uma piada. Diablo 3 é fantástico solo, mas é sublime com os amigos.



DIABLO 3 estabeleceu um absurdamente alto BAR para RPGs AÇÃO

É raro que as seqüelas de alto perfil levar 11 anos para se concretizar, mas Diablo 3 parece que todo esse tempo significou algo. Isso tudo junto, a Blizzard estava pensando sobre os comos e os porquês da série, que nada era sagrado em seus esforços para fazer algo que viveu até a campanha publicitária. Jogos cuidadosamente trabalhada esta não acontecem com muita freqüência, e os cuidados que a Blizzard tomou com Diablo 3 shows em todas as facetas da sua concepção e execução. Pode não ser perfeito, mas depois de 45 horas, eu não tenho certeza de onde ele erros, e depois de 45 horas, eu sinto como se tivesse apenas arranhamos a superfície do que ele tem a oferecer. Diablo 3 é quase mal o quão alto um bar que é definido para cada ação PC RPG de seguir, e eu não ficaria surpreso ao ver que o bar permanecer por um tempo muito longo.

Sony apresenta o seu novo Xperia Z Ultra


O lançamento do Xperia Z Ultra surpreendeu muita gente, não só pelo hardware poderoso do smartphone, mas também pelo fato de que a sua tela gigantesca se confirmou.

Como havíamos noticiado na semana passada, dessa vez, a companhia japonesa aposta em um phablet que vai aos limites, apresentando um avantajado display com nada menos do que 6,4 polegadas de tamanho.

O fato é que a empresa segue uma tendência de mercado, afinal de contas, as telas dos celulares não param mais de crescer – basta nos lembrarmos dos novos Ascend P6, da Huawei, e do Galaxy Mega, da Samsung. Mas e o novo Xperia Z Ultra, será que ele ainda pode ser considerado um smartphone ou já podemos dizer que ele é um tablet que faz ligações?
Grande e poderoso.

O enorme display utilizado no novo gadget da Sony não deixa a desejar na hora de apresentar também uma imagem de qualidade. Com resolução 1080p Full HD (1920x1080), a tela do aparelho consegue atingir 352 ppi de densidade de pixels, uma marca considerável se levarmos em conta toda a área ocupada pelo display. De quebra, a tecnologia das TVs Bravia tem tudo para deixar a reprodução de vídeo muito bonita.

O aparelho também traz um hardware caprichado, já contando com o processador que promete comandar os gadgets móveis a serem lançados daqui para frente: o novo Snapdragon 800. A conectividade 4G também está presente, além de uma bateria com carga respeitável. Confira algumas das características do Xperia Z Ultra.
Sistema operacional Android Jelly Bean 4.2.2;
Display Triluminos de 6,4 polegadas e resolução Full HD (1920x1080);
Armazenamento interno de 16 gigabytes (5 GB ocupados pelo sistema);
Memória interna expansível para mais 64 GB;
2 GB de memória RAM;
Câmera traseira de 8 megapixels;
Processador quad-core Qualcomm Snapdragon 800 de 2,2 GHz;
GPU Adreno 330;
Bateria com 3.000 mAh;
Conectividade 4G;
Corpo à prova d’água e com 6,5 milímetros de espessura;
212 gramas de peso total.
Tomando banho

Além do hardware de ponta, o Xperia Z Ultra também surpreende por trazer alguns diferenciais também na construção do seu corpo. O grande destaque, nesse caso, fica por conta do fato de que o aparelho é totalmente à prova d’água.

Segundo a Sony, a ideia é que você possa utilizar o seu smartphone onde quiser, esteja você na poluição de um centro industrial ou mergulhando em uma piscina. Isso mesmo, de acordo com o release da companhia, o gadget é resistente à ação agressiva da poeira e ainda permite que você faça filmagens até mesmo embaixo da água. De quebra, o display resistente é capaz de reconhecer qualquer tipo de caneta stylus ou lápis.

Vale destacar também que a companhia japonesa conseguiu “apertar” uma bateria de 3.000 mAh em um gadget bastante fino, com 6,5 milímetros de espessura. Tudo em corpo que pesa apenas 212 gramas, muito pouco se levarmos em conta o tamanho da tela.

Já para quem não quer ficar segurando um aparelho de 6,4 polegadas no rosto enquanto conversa pelo celular (sim, o Xperia Z também faz ligações!), a Sony incluiu um fone de ouvido com microfone que funciona por meio do Bluetooh.

O novo Sony Xperia Z Ultra ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Segundo a BBC, o novo phablet chega às lojas asiáticas já no próximo mês de julho, enquanto que o lançamento do aparelho na Europa e nos EUA está marcado para setembro. Nenhum preço foi revelado, mas, como se trata de um aparelho high-end, espera-se que ele venha para competir com o Galaxy S4, da Samsung.


Fonte: Sony

Como a AMD conseguiu estar presente nos 3 consoles da nova geração

Não importa qual console você escolha na próxima geração (PlayStation 4, Xbox One ou Wii U): você vai levar para casa uma máquina que utiliza um processador AMD. E acredite, estar dentro das três principais plataformas não aconteceu por acaso. Isso foi uma estratégia desenvolvida pela AMD que incluiu muito planejamento e organização entre ela, Sony, Nintendo e Microsoft.

Segundo Matt Skynner, vice-presidente corporativo da AMD: “Quando a próxima geração estava saindo, nós miramos. Internamente, dissemos que queríamos ter todos os consoles. Nós realmente acreditamos que isso combina com a tecnologia que nós temos — tanto x86 e GPU”.

Skynner diz que a estratégia começou com a definição dos pontos fortes da AMD e o estudo de como combiná-los e aproveitá-los. Dessa iniciativa, surgiu a unidade de negócios de semipersonalizados da AMD.

“A principal ideia é que nós queríamos trabalhar com eles. O objetivo do negócio de semipersonalizados é trabalhar com os clientes e criar peças semipersonalizadas para oferecer exatamente o que eles querem. E isso tem funcionado para nós”, diz Skynner.
Três diretrizes e muita determinação

Para estar nos três consoles da nova geração, a AMD dividiu a sua estratégia em três objetivos principais. O primeiro deles foi combinar a experiência da companhia em criar CPUs e GPUs em chips únicos, dando origem às unidades de processamento acelerado, as APUs.

O segundo objetivo da AMD foi criar a divisão de produtos semipersonalizados, que tem como objetivo colaborar com as outras companhias para produzir um produto desenvolvido especialmente para atender às necessidades do cliente. Foi dessa forma que a empresa desenvolveu os chips que movimentam o Playstation 4 e o Xbox One, em parceria com a Sony e a Microsoft, respectivamente.

O terceiro objetivo da AMD é a mudança de foco. Diversas divisões da AMD lidam com uma grande linha de produtos distintos, incluindo processadores, placas de vídeo, aplicativos e os produtos semipersonalizados.

O gerente de produto da AMD, Robert Hallock, diz: “Cada negócio agora na AMD está fortemente focado no campo dos games. Eu diria que, talvez até dois anos atrás, provavelmente isso não era verdade, mas agora temos uma equipe de executivos que está realmente comprometida com os jogos.”
Trabalhando junto aos desenvolvedores

A AMD percebeu uma oportunidade e foi atrás. A companhia está trabalhando duro junto aos desenvolvedores para criar cada vez mais recursos e ferramentas para tornar os games mais interessantes. Um exemplo é o recurso TressFX, desenvolvido em conjunto com a Crystal Dynamics e presente no último Tomb Raider.

Como os novos consoles utilizam a tecnologia x86, a empresa também acredita que será possível tornar o desenvolvimento de jogos no PC algo mais simples, principalmente títulos multiplataforma.

A empresa afirma que, enquanto Sony, Nintendo e Microsoft divulgam as vantagens de suas plataformas, a AMD estará por trás de todas elas, prestando suporte aos desenvolvedores e desenvolvendo novas tecnologias.

Com isso, a AMD pretende fortalecer cada vez mais a sua estratégia de mercado, oferecendo soluções para games em diversos mercados diferentes, estando presente nos desktops, consoles, notebooks e tablets.





Fonte: Polygon

segunda-feira, 24 de junho de 2013

10 jogos que marcaram o Xbox 360

Com a chegada do novo console da Microsoft já começamos a sentir falta do Xbox 360. Que tal relembrarmos quais serão os jogos exclusivos que vão deixar mais saudades? Quem sabe alguns deles reaparecem no novo Xbox?

Perfect Dark Zero: A Microsoft comprou a Rare em 2002 para ajudar nos novos negócios. Já no lançamento do Xbox 360, eles apresentaram uma continuação para essa série que fez muito sucesso no Nintendo 64. O resultado não ficou épico, mas por ser um dos poucos jogos de lançamento, é lembrado até hoje com carinho pelos fãs.

Blue Dragon: O Xbox 360 nunca foi popular no Japão, mas nos primeiros anos do console, a MS produziu vários projetos tipicamente japoneses, como este RPG do mesmo criador de Final Fantasy. O jogo ainda conta com trilhas de Nobuo Uematsu e arte de Akira Toriyama. Mas nem esse dream team popularizou o console no Oriente.

Forza Motorsport 2: O jogo que desbancou Gran Turismo antes mesmo de seu lançamento. Este Forza foi um dos primeiros games de corrida a provar o poder de processamento da atual geração e motivou vários jogadores a comprarem o Xbox 360. Quem sabe o novo Xbox consegue nos impressionar tanto quanto Forza 2 em 2007?


Geometry Wars: Um jogo que, aparentemente, não tem nada de especial. Mas bastam 15 minutos jogando para não conseguir largar mais. Este game foi um dos primeiros grandes hits da XBLA e abriu espaço para diversos títulos originais para download. Mal podemos esperar para ver como a série explorará os recursos do novo Xbox.

Shadow Complex: Dos criadores de Unreal Tournament e Gears of War, Shadow Complex é uma mistura de Castlevania e Metroid que resultou em um dos melhores jogos da Xbox Live Arcade até hoje. Apesar da fórmula ser bem conhecida, o jogo apresentou ótimas ideias e gráficos incríveis para um jogo para download.

Lost Odyssey: Para muitos, esse é o melhor RPG japonês da atual geração. Pelo menos foi o que melhor evoluiu conceitos do gênero no Xbox 360 e uma das poucas opções para quem é fã de jogos de Final Fantasy da década de 1990. As passagens em texto são arcaicas, mas contêm contos que emocionam até mesmo os mais durões.

Gears of War: Simplesmente inesquecível. Gears of War foi o primeiro jogo a mostrar do que o Xbox 360 era capaz e que convenceu muitos fãs de PlayStation 2 a mudarem de time. O modo online era incrível e os mapas até hoje são considerados os melhores da série.

Halo 3: Halo 3 é nosso escolhido da franquia por ser o mais completo da série. A conclusão da história compensou a espera e o modo multiplayer, com mapas insuperáveis, rendeu centenas de milhares de horas online de jogo em todo o mundo. Queremos que o provável Halo 5 para o novo Xbox seja mais Halo 3 e menos Call of Duty.
                                     
Viva Piñata: Dizem que a Rare não conseguiu criar jogos tão bons para o Xbox 360, mas o fato é que ela teve boas ideias. Viva Piñata é o exemplo perfeito; um jogo simples, divertido e extremamente carismático. Agora que o Xbox conquistou novos públicos, quem sabe uma continuação chega para o novo console?

Alan Wake: Mesmo não sendo exclusivo para Xbox 360 (também há uma versão para Windows), Alan Wake foi outro jogo distribuído pela Microsoft na época em que ela ainda apostava forte em séries inéditas para rechear a biblioteca do Xbox. Uma legítima continuação (e não apenas um jogo para XBLA) seria mais do que merecida no novo console.



Chineses descobrem como gravar 1TB em um DVD



Na teoria o DVD só permite o armazenamento de apenas 4,7GB. Mas, essa teoria não se aplica para três cientistas chineses que conseguiram compactar e armazenam 1 TB na mídia de DVD.

Eles descobriram que a limitação de espaço do DVD é criada baseada no tamanho do laser que grava os dados na mídia. O Blu-ray, por exemplo, diminuiu o tamanho desses lasers, com raios de luz azuis, que são menores. E isso faz com que a mídia armazene mais dados.

O que os três cientistas descobriram foi uma forma de quebrar esses lasers em partículas menores. Usando dois raios de luz, sendo que um cancela o outro. O que faz aumentar significativamente a capacidade de armazenamento na mídia.

Essa tecnologia, porém, tem muita pesquisa pela frente até que chegue aos consumidores. Um dos fatores a serem descobertos, por exemplo, é como ler esses dados gravados no disco.


Vocês acham que essa tecnologia poderia fazer o DVD voltar a ter destaque no mercado? 

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Nissan apresenta o carro elétrico mais rápido do mundo

Apresentado na última sexta-feira (21), o protótipo ZEOD RC, fabricado pela Nissan, promete revolucionar a tecnologia dos carros elétricos, em ascensão na indústria automobilística mundial. A montadora pretende colocar seu novo veículo, equipado com bateria elétrica e também com um motor movido a gasolina, na pista da 24 Horas de Le Mans de 2014. A intenção da Nissan é fazer do ZEOD RC o protótipo elétrico mais rápido do mundo. A meta é fazê-lo alcançar velocidades semelhantes tanto com motor convencional como com energia elétrica: cerca de 300 km/h.


O Zeod RC (Zero emission on demand racing car), que vai usar a mesma tecnologia de bateria de lítio como o Nissan Leaf, foi desenvolvido para testar e avaliar novas tecnologias drivetrain elétrico, disse a empresa. Bem como uma versão elétrica pura, a Nissan também está olhando para um sistema híbrido que daria o carro maior resistência.


               




“A Nissan ZEOD RC é uma progressão natural que surge na sequência do desenvolvimento do carro de estrada Nissan Leaf e o Leaf RC protótipo de carro de corrida. As tecnologias desenvolvidas através do programa ZEOD RC farão parte de futuras inovações para carros de passeio da Nissan. “, disse Andy Palmer, vice-presidente executivo e membro do Comitê Executivo da Nissan Motor Company Limited.


Para a produção de pneus para o novo protótipo, a Nissan terá como parceiro o fabricante de pneus francês Michelin com quem já havia aliado forças no programa DeltaWing Nissan. O fabricante baseado em Clermont Ferrand está profundamente envolvido na inovação e irá beneficiar também dos conhecimento adquiridos no desenvolvimento de uma competição eficiente em energia e de pneus de estrada.





                           





Microsoft oferece 100 mil dólares a quem descobrir falhas de segurança no Windows 8.1


A Microsoft quer a próxima versão do seu software livre de bugs e protegida contra ataques de hackers. A empresa está a oferecendo até 100 mil dólares a qualquer pessoa que encontre uma falha de segurança na versão beta já disponível do Windows 8.1.

O prêmio pode ser acrescenta aos 70 mil dólares se para além de identificar a falha, a pessoa indicar a solução. O Windows 8.1 deverá ser apresentado no dia 26 de junho e lançado até ao final do ano.

Também a versão beta do Internet Explorer 11, que vai correr no Windows 8, pode significar alguns dólares a mais na carteira, neste caso cerca de 11 mil dólares aos bounty hunters que identificarem erros.

Os programas de recompensas são uma prática cada vez mais comum entre os gigantes de tecnologia e este é um dos mais generosos até agora, encontrando-se aberto a qualquer especialista, mesmo menor de idade, desde que com uma autorização dos pais ou responsáveis.




E você topa esse desafio?